Monthly Archives: outubro 2019

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Floresta: Igreja Católica do Nordeste quer se opor à construção de usina nuclear nas margens do São Francisco

Category : Editorial , Notícias

No passado recente, enquanto Lula não chegou a Presidência, parte da igreja católica fez oposição cerrada contra a transposição das águas do São Francisco. FHC não poderia tentar beneficiar a região com mais recursos hídricos. Um bispo local fez até greve de fome contra a obra, negando a chance de que outros nordestinos que não fossem os baianos a terem acesso a mais água.

 

A história tem tudo para se repetir. Agora, bastante pior, considerando que a matriz nuclear poderia liberar toda a água do rio para uso múltiplo, não apenas a transposição.

Pois bem.

Entre os dias 5 e 6 de novembro, os bispos católicos de Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte – Estados sob a responsabilidade da CNBB/NE2 (Conferência Nacional dos Bispos, Região Nordeste 2) – comparecerão à cidade de Floresta (PE), Sertão de Itaparica, para participar do evento “O Rio São Francisco e suas energias: impactos e desafios”, promovido pela Diocese de Floresta, em conjunto com a Comissão Regional Pastoral para a Ação Sociotransformadora da CNBB.

O evento debaterá a possibilidade de instalação de uma usina nuclear no município de Itacuruba.

De acordo com a igreja, os bispos querem conhecer os argumentos, contrários e os favoráveis, à instalação da uma usina nuclear na região.

“A Diocese de Floresta adverte que, além dos especialistas, também serão ouvidas as comunidades da região que vivem da pesca e da agricultura e todos que podem ser impactados por um empreendimento desta magnitude”, afirmam.

A criação da fonte atômica de energia foi sinalizada no Plano Nacional de Energia 2050, elaborado pelo Ministério de Minas e Energia (MME).

Além de Itacuruba, outras oito localidades no Nordeste e Sudeste do país estão sendo estudadas para abrigar usinas.

De acordo com informações da Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia e divulgadas pela imprensa, a Eletronuclear já concluiu estudos que indicam Itacuruba como a área ideal para a construção do empreendimento com seis reatores e que custaria R$ 30 bilhões.

A igreja ressalta que, apesar da intenção do Governo Federal, a legislação estadual proíbe a instalação de uma usina atômica em Pernambuco. De acordo com o Artigo 216 da Constituição Estadual, está proibida a instalação de usinas nucleares no Estado enquanto não se esgotarem toda a capacidade de produzir energia hidrelétrica e de outras fontes.

“Na Carta Encíclica Laudato Si’, de 2015, o Papa Francisco aconselha a Igreja a discutir com a sociedade os temas de interesse de nossa “Casa Comum”, como diz o texto. “Quando surgem eventuais riscos para o meio ambiente que afetam o bem comum presente e futuro, esta situação exige que as decisões sejam baseadas num confronto entre riscos e benefícios previsíveis para cada opção alternativa possível”.

O Encontro “O Rio São Francisco e suas energias: impactos e desafios” ocorrerá no Centro de Formação da Diocese de Floresta, na Avenida Manoel Alves de Carvalho, S/N, entre os dias 5 e 6 de novembro de 2019 e será, também, aberto ao público. (Via: Blog do Jamildo)

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Incêndio consome vegetação e revolta moradores entre os municípios de São José do Belmonte, Mirandiba e Verdejante

Category : Editorial , Notícias

Há dois dias focos de incêndio destroem a vegetação da Caatinga em uma extensa área rural entre os municípios de São José do Belmonte, Mirandiba e Verdejante. Nessa quarta-feira, 30, formou-se uma grande nuvem de fumaça escura e espessa que pôde ser avistada por moradores de Salgueiro e até de cidades no Ceará.

Segundo informações de agricultores da região repassadas ao Blog do Alvinho Patriota, que estão indignados com a situação, as chamas começaram em Cachoeirinha na terça-feira, 29, e avançaram descontroladamente destruindo a fauna e flora local. Nenhuma autoridade se mobilizou para debelar o fogo e evitar a devastação de uma área maior.

A nuvem de fumaça diminuiu à noite, mas incêndio continua se estendendo pela área e pode chegar ao Sítio DNOCS, na zona rural de Salgueiro, caso nenhuma atitude seja tomada para eliminar os focos.via: O Povo com a Notícia

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Suspeito de matar Marielle desmente porteiro de Bolsonaro

Category : Editorial , Notícias

O ex-PM Élcio de Queiroz, um dos suspeitos de matar a vereadora Marielle Franco, já havia negado a investigadores que tivesse citado a casa 58 para o porteiro quando visitou o condomínio em que vive Jair Bolsonaro, no Rio — o imóvel é do próprio presidente.

“Isso já havia sido esclarecido nos autos há bastante tempo. Ele foi à casa do Ronnie Lessa [outro suspeito do crime e vizinho de Bolsonaro]. Nunca disse na entrada que iria na casa do presidente”, diz o advogado Henrique Telles, que defende o ex-PM.

“O porteiro anotou o número errado da casa. O problema é dele”, segue Telles, afirmando que os investigadores mostraram a Élcio de Queiroz os registros da guarita do condomínio com o número 58 ao lado de seu nome. “Ele disse que estava errado.”

Na terça (29), o Jornal Nacional revelou que o porteiro não apenas anotou o número da casa de Bolsonaro nas planilhas — mas também afirmou ter interfonado para a residência e falado com o “Seu Jair”. Detalhe: o presidente estava em Brasília.

O próprio Ministério Público do Rio afirma que o porteiro mentiu.

E os advogados de Élcio e Ronnie Lessa vão apresentar à Justiça um pedido de suspensão do processo em que são acusados de matar a vereadora.

Eles vão sustentar que gravações que estão numa denúncia sobre obstrução da Justiça apresentada pela ex-procuradora Raquel Dodge citam novos suspeitos de cometer o crime. “É preciso suspender o processo até que esses fatos sejam esclarecidos”, diz Telles. (Via: Folhapress)

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5° PEGA DE BOI NO MATO FAZ. TAMBORIL SALGUEIRO-PE


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1° PEGA DE BOI NO MATO FAZENDA LOGRADOR SERRITA-PE


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3º PEGA DE BOI SÍTIO MOCÓ SERRITA-PE


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2º PEGA DE BOI SÍTIO GURDIÃO EM SERRITA-PE


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Em mergulho, pesquisadores analisam impactos do óleo em recifes de corais em áreas de preservação

Category : Editorial , Notícias

Nas duas localidades em que foram encontrados sedimentos de óleo no fundo do mar, no Cabo de Santo Agostinho e em Ipojuca, os resíduos foram limpos na praia. Em Tamandaré, há uma Área de Proteção Ambiental (APA) por onde o óleo passou. Mergulhos foram feitos por pesquisadores para analisar os possíveis impactos na vida marinha (veja vídeo acima).

os mergulhou junto com a bióloga Luiza Gomes, que faz o monitoramento nos recifes de corais de Tamandaré, que são animais marinhos que crescem em colônias, formando os recifes. Estes, por sua vez, são locais de moradia para várias outras espécies.“Esse monitoramento é feito porque o recife de coral tem uma importância muito grande, tanto para o meio ambiente quanto para nós, economicamente e socialmente falando”, disse a bióloga Luiza Gomes.

 Mergulhador fazendo monitoramento nos recifes de corais de Tamandaré, no dia 24 de outubro de 2019, após chegada de óleo no litoral pernambucano — Foto: TV Globo/Reprodução

Apesar da praia ter sido atingida, o material não foi encontrado por pesquisadores do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade Marinha do Nordeste (Cepene) na área de preservação. Ainda assim, a atenção dos profissionais está voltada para o ecossistema.“A principal preocupação é o impacto que esse óleo vai causar nos ecossistemas costeiros, marinhos e na biodiversidade”, afirmou o coordenador do Cepene, Leonardo Messias.De acordo com os pesquisadores, a desova dos corais de Tamandaré está próxima e representa uma das épocas mais importantes do ano: a de reprodução.

 Corais no fundo do mar de Tamandaré no dia 24 de outubro de 2019 — Foto: Reprodução/TV Globo

“Nossa preocupação é que, se tiver muito resíduo de óleo, isso atrapalhe a circulação dos ovos e a gente tenha uma população que não vai se recuperar nesse ano, então vamos ter que esperar até o ano que vem para ter uma reprodução bem-sucedida”, relatou o oceanógrafo Mauro Maida.Monitorar e cuidar dos corais não é importante só para pesquisadores e ambientalistas. Quem depende da natureza para se sustentar também entende o quanto os danos ambientais podem prejudicar a comunidade.A catadora de mariscos Maria de Cássia da Silva, que depende dos pescados para sobreviver, na praia de Suape, no Cabo de Santo Agostinho, por exemplo, relatou que a situação ficou muito complicada após o surgimento das manchas. “O óleo destruiu nossas vidas”, resumiu.

 Mergulhador procurando manchas de óleo do fundo do mar de Tamandaré, no dia 24 de outubro de 2019 — Foto: Reprodução/TV Globo

Óleo em Pernambuco

Entre o dia 17 de outubro e a quinta-feira (24), mais de 1.358 toneladas de resíduos recolhidas, em Pernambuco. No período, foram atingidos 10 municípios, sendo que Itamaracá, no Litoral Norte, registrou a substância na quinta-feira (24).O primeiro deles foi São José da Coroa Grande, no Litoral Sul, que, na quarta-feira (23), teve o decreto de situação de emergência reconhecido pelo governo federal. No município, 17 pessoas que tiveram contato com o petróleo foram ao hospital com sintomas provocados por reação à substância.Via:G1

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Hospital atende 17 voluntários que tiveram reações após contato com óleo em São José da Coroa Grande

Category : Editorial , Notícias

Dezessete voluntários que ajudaram a remover óleo de praias de São José da Coroa Grande, no Litoral Sul de Pernambuco, foram atendidos no hospital com sintomas provocados por reação ao produto. Entre eles estavam: dor de cabeça, enjoo, vômitos, erupções e pontos vermelhos na pele. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, as notificações começaram a ser feitas na sexta-feira (18), um dia depois de as manchas chegarem ao município

A Secretaria de Saúde informou que não houve internamentos nem foi preciso remover doentes para outras unidades. Além dos voluntários, houve atendimentos a pelo menos quatro militares. A pasta disse também que eles foram atendidos pela Marinha.O diretor clínico do Hospital Osmário Omena de Oliveira, Marcello Neves, informou ao G1, por telefone, nesta quarta-feira (23), que foram registrados dois tipos distintos de reação ao óleo que contaminou as praias.Sessenta por cento dos atendimentos, segundo ele, foram de paciente com problemas de pele, por causa do contato com a substância. “Nesse caso, as pessoas tiveram dermatite de contato, apresentando coceiras e feridas na pele, além de dor de cabeça”, declarou.

 Voluntários retiram óleo em São José da Coroa Grande, no Litoral Sul de Pernambuco — Foto: Antonio Coelho/TV Globo

Os outros 40% dos pacientes tiveram reações por inalar os gases que saem do óleo, de acordo com o médico. “Eles também tiveram dor de cabeça e apresentaram enjoos, que é um sintoma diferente”, comentou.Neves disse também que todos os pacientes foram tratados com medicações específicas para cada caso. “Quem chegou com as reações cutâneas, tomou corticoides, por exemplo, e fez hidratação”, comentou.A maioria dos atendimentos ocorreu no sábado (19), segundo a Secretaria de Saúde de São José da Coroa Grande. Nesta quarta (23), no entanto, mais um paciente procurou o serviço de saúde, apresentando sintomas.

Claudmir Silva foi ao hospital nesta quarta-feira (23) para informar que estava passando mal depois de ter atuado como voluntário na contenção do óleo em São José da Coroa Grande, em Pernambuco — Foto: Antonio Coelho/TV Globo

Agente comunitário de saúde, Claudemir dos Santos Silva, de 31 anos, trabalhou como voluntário na sexta-feira (18), ajudando as pessoas que estavam retirando o óleo da praia. Mesmo sem ter contato direto com o produto, disse que teve muita dor de cabeça, enjoo forte, dor de garganta e sensação de desmaio.“Minha língua ficou dormente e me deixou preocupado. E eu nem toquei no óleo só fui olhar os toneis, por curiosidade. Inalei aqueles gases”, disse.Claudemir disse que demorou a procurar o serviço de saúde por achar que os sintomas iriam passar logo. “Como a gente trabalha em posto de saúde, acha que está tudo normal. Pedi remédio aos meus chefes e fique tomando. Como não passou, foi ao hospital agora”, declarou.Servidora pública municipal, Carla Accioly disse que trabalhou como voluntária logo depois e que o óleo chegou a São José da Coroa Grande e que ainda sentia os sintomas nesta quarta-feira. “Estou com falta de ar. O cheiro é muito forte”, afirmou.Carla disse também que já esteve no hospital e precisou volta para a unidade de saúde. “Estou há quase uma semana deste jeito, me sentindo mal”, declarou.

 Carla Accioly afirmou que sentiu falta de ar após trabalhar como voluntária na ação contra o óleo em São José da Coroa Grande, em Pernambuco — Foto: Reprodução/TV Globo

Procedimentos

Passado o atendimento emergencial, a rede municipal de saúde dará início a uma segunda fase de acompanhamento desses pacientes. O médico Marcello Neves informou que é preciso saber se houve subnotificação de casos ou se algum paciente teve mais problemas de saúde.“Vamos fazer a busca ativa dessas pessoas para saber se eles tiveram mais reações depois de voltar para casa e como estão agora. Como São José é uma cidade de menor porte, é possível que alguém tenha buscado ajuda em outros municípios da região”, afirmou.Secretária de Saúde de São José da Coroa Grande, Tarciana Mota informou que, diante do problema, a rede pública está orientando profissionais de saúde a fazer a notificação obrigatória de casos de reações ao óleo.Uma campanha teve início nas redes sociais para alertar voluntários para os riscos do contato com a substância e para a necessidade de buscar atendimento em caso de problema.“Fizemos um relatório municipal e orientamos os procedimentos. Estamos aguardando informações do governo a respeito de como atuar”, disse a secretária.A enfermeira chefe do hospital, Camila Tavares, disse que as informações sobre o atendimento seguem para a Secretaria Estadual de Saúde e depois para o Ministério. Segundo ela, o problema é a subnotificação. “Dezenas de pessoas podem ter tido o problema e não foi registrado”, afirmou.

 Voluntários retiram óleo da Pedra do Xaréu, no Cabo de Santo Agostinho, Litoral Sul de Pernambuco — Foto: Marlon Costa/Pernambuco Press

Saúde

Por meio de nota, a Secretaria Estadual de Saúde informou que, até esta quarta, tinam sido notificados 16 casos de intoxicação, sendo 15 em São José da Coroa Grande e um em Ipojuca, no Grande Recife.Ainda de acordo com a pasta, todos os casos apresentaram sintomas leves, como vômito, náusea e ardência nos olhos, “sem a necessidade de uma atenção de maior complexidade”.A secretaria informou, ainda, que o protocolo de atendimento para estes casos recomenda o tratamento de acordo com a sintomatologia clínica. O estado ressalta, no entanto, que entre os casos notificados há alguns que não estão relacionados diretamente ao óleo, mas ao uso de solventes para a retirada do produto.A secretaria recomenda que as pessoas devem evitar o uso de solventes, como querosene, gasolina, álcool, acetona e tinner, para remoção do petróleo achado nas praias. É indicada a utilização de óleo de cozinha (óleos de origem vegetal), ou outros produtos contendo glicerina ou lanolina.Também, por meio de nota, o governo informou que, desde o início da semana, enviou recomendações aos serviços de saúde sobre a necessidade da notificação imediata dos possíveis casos de intoxicação apresentados por pacientes após o contato com o produto que atingiu as praias.A nota informativa, diz a secretaria, foi enviada às 12 Gerências Regionais de Saúde (Geres) e à rede de assistência de cada região, alertando sobre sinais e sintomas característicos da intoxicação exógena, além de outras recomendações.A orientação é que as unidades de saúde e profissionais que atuam nos serviços façam a notificação de forma imediata, por meio da ficha de notificação, seguindo o fluxo de rotina que já se realiza junto ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) para este tipo de evento.

Óleo chega à Praia do Janga, no Litoral Norte de Pernambuco

Cidades afetadas

São José da Coroa Grande foi o primeiro município de Pernambuco a registrar as manchas de óleo este mês. Nesta quarta (23), o governo federal reconheceu o decreto de situação de emergência na cidade. A portaria foi publicada no Diário oficial da União.Também nesta quarta, o óleo atingiu praias em Jaboatão dos Guararapes e em Paulista, no Grande Recife.Além dessas três cidades também foram contaminadas praias de Tamandaré, Sirinhaém, Rio Formoso, Barreiros, Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho.No balanço divulgado na noite de terça-feira, o governo estadual informou que 489 toneladas de óleo haviam sido retiradas das praias, em seis dias, contando desde a quinta-feira.O material está sendo levado para um centro de tratamento de resíduos, onde é transformado em combustível para indústrias.

Funcionários da Prefeitura de Tamandaré, no estado de Pernambuco, trabalham na retirada de óleo da praia dos Carneiros, nesta sexta-feira (18). — Foto: BRUNO CAMPOS/JC IMAGEM/ESTADÃO CONTEÚDO

Caminhos do óleo

As manchas de óleo começaram a ser registradas no final de agosto e no começo de setembro em Pernambuco e na Paraíba. As praias pernambucanas estavam limpas desde o dia 25 de setembro, quando voltaram a ser atingidas pela substância no dia 17 de outubro.Na sexta-feira (18), o óleo chegou até praias de Tamandaré, como a paradisíaca Praia dos Carneiros, de Sirinhaém e Barreiros. No sábado (19), praias de Ipojuca, vizinhas a Porto de Galinhas, foram atingidas.No domingo (20), o óleo chegou às praias de Suape, Calhetas, Itapuama, Xaréu e à Ilha de Tatuoca, no Cabo de Santo Agostinho. Voluntários e equipes se uniram para retirar o material da água, da areia e do mangue.Outras praias do município foram atingidas na segunda (21), mesmo dia em que voluntários escreveram pedidos de socorro na areia e de luvas e trator. Foi também na segunda que o vice-presidente, Hamilton Mourão (PRTB), anunciou que o Exército ia passar a atuar na limpeza do litoral nordestino.Na terça (22), a limpeza continuou nas praias do Cabo de Santo Agostinho. Desde a quinta (17) até a terça (22), foram recolhidas 489 toneladas de resíduo das praias do litoral do estado.

Governo e pesquisadores se reúnem para discutir efeitos do óleo nas praias de Pernambuco

Ações no estado

O governo de Pernambuco anunciou, nesta quarta, o lançamento de um edital de R$ 2,5 milhões para 12 projetos de pesquisa sobre os atuais e futuros impactos desse desastre para o meio ambiente e a economia.O anúncio foi feito após uma reunião com pesquisadores e representantes de secretarias estaduais no Palácio do Campo das Princesas, no Centro do Recife.Na terça (22), militares do Exército começaram a atuar na remoção do óleo, após determinação do vice-presidente, Hamilton Mourão (PRTB). O trabalho teve início na praia de Itapuama, no Cabo de Santo Agostinho.Também na terça (22), o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, veio a Pernambuco para articular ações emergenciais em resposta aos danos causados pela substância.Além de Canuto, também estiveram em Pernambuco os ministros do Meio Ambiente, Ricardo Salles, e da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva.De acordo com especialistas, o impacto do óleo no meio ambiente vai durar décadas, com prejuízo para espécies marinhas, para toda a cadeia alimentar e para os seres humanos.Além do recobrimento de praias, arrecifes, mangues e solos rochosos, que são difíceis de serem limpos, os fragmentos se decompõem e há moléculas nocivas ao ecossistema e à fauna.Via:G1

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Doze suspeitos de assaltos a bancos são presos durante operação, na Paraíba

Category : Editorial , Notícias

Pelo menos doze pessoas foram presas nesta quinta-feira (24) suspeitas de assaltos a bancos, na Paraíba. As prisões aconteceram durante uma operação integrada das Polícias Civil, Militar, Corpo de Bombeiros e Rodoviária Federal, que cumpre mandados de prisão e de busca e apreensão nas cidades de Catolé do Rocha, Lagoa, Jericó, Santa Cruz e Pombal, no Sertão paraibano, e na região metropolitana de João Pessoa. Os alvos da operação são suspeitos de envolvimento com assaltos a bancos na Paraíba. A quantidade de mandados não foi divulgada pela polícia.Segundo informações da polícia, a operação intitulada de “Ladinos” foi planejada pela delegacia de roubos e furtos de Patos e faz parte dos trabalhos executados pela força-tarefa criada no início deste ano pela Secretaria da Segurança e da Defesa Social da Paraíba (Sesds) para enfrentamento aos crimes contra instituições financeiras.Participam da ação cerca de 180 policiais e bombeiros empenhados em desarticular a quadrilha responsável por um estouro a carro forte em Jericó, assaltos aos bancos de Brejo Santo, São João do Rio do Peixe, Bom Sucesso e uma tentativa de assalto também a um banco de Jericó.Os suspeitos presos serão encaminhados à sede da delegacia Seccional de Patos, onde haverá uma coletiva de imprensa com representantes de todas as instituições envolvidas no trabalho. Via: G1 PB

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